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Engenheiros denunciam: Lava-Jato está promovendo o desmonte da indústria nacional

Publicado no blog OCafezinho

Estamos diante de um sinistro ataque ao Brasil.

A operação Lava Jato, sob pretexto da necessária luta contra a corrupção, está promovendo um desmonte das grandes empresas nacionais de engenharia.

É o que denuncia a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros.

Sob aplausos de uma multidão manipulada pelos meios de comunicação, o Ministério Público e o Judicário mais caros do mundo estão solapando a economia nacional, destruindo empregos e empresas estratégicas.

E tudo isso para que?

Para combater a corrupção?

Não.

O combate à corrupção é movido pelo espírito do interesse público. Pelo desejo de defender o interesse público. Se o combate à corrupção se politiza a tal ponto em que o interesse público fica em segundo plano, então não estamos mais diante de uma combate genuíno à corrupção, e sim diante de uma conspiração judicial que manipula os instrumentos de uma investigação verdadeira, na qual foram apurados atos verdadeiros de corrupção, para atingir um objetivo político escuso. Tão escuso que se abandona qualquer prudência, qualquer cuidado em relação ao interesse nacional, apenas para obter os aplausos efêmeros de uma mídia decadente e golpista.

Juízes, delegados e procuradores, protegidos pela estabilidade de seu emprego, desfrutando dos mais altos salários do serviço público, estão destruindo empresas nacionais.

Com apoio da mídia, naturalmente, que blinda e abafa todos os abusos da operação, que omite todos os indícios de que a estão transformando numa caça às bruxas, que estão usando uma estratégia de terrorismo econômico, derrubando a economia brasileira com vistas a promover uma ruptura política antidemocrática.

Consultoras independentes já estimaram que a Lava Jato custará mais de R$ 140 bilhões à economia brasileira, para só falar de números. Mas se saírmos dos números, se pensarmos nas grandes estratégias econômicas do país, então o prejuízo é ainda maior.

E a mídia ainda fica alardeando que haverá “recuperação” de 1 bilhão de reais, uma gota no oceano dos prejuízos causados à economia brasileira.

É muito sintomático que, à medida que a crise econômica se aprofunda, o juiz responsável pela Lava Jato demonstra mais e mais euforia com seu trabalho sujo, tirando selfies entusiasmadas com pessoas ingênuas, manipuladas por uma imprensa historicamente descomprometida com os interesses nacionais.

Uma imprensa que não representa o interesse das empresas nacionais, uma imprensa que é antes um braço do imperialismo, como tem demonstrado ser desde a década de 50, sempre, sempre, sempre se posicionando contra o interesse do povo brasileiro, sempre contra a democracia, e sempre a favor de interesses obscuros do capital estrangeiro.

A Lava Jato está promovendo um massacre no emprego da engenharia nacional.

Dessa vez, cumpriremos aqui no Brasil a profecia de Spengler sobre o poder diabólico de manipulação da imprensa massificada.

A opinião pública vai sendo conduzida, qual um bando de zumbis desorientados, na direção de seu próprio abismo.

E o governo, acuado pelo massacre diário, e que nunca entendeu a importância de desenvolver instrumentos eficazes de comunicação, é obrigado a baixar a cabeça e a elogiar aqueles mesmos que minam a economia brasileira.

Em nome de um republicanismo mal ajambrado, um republicanismo despolitizado, um republicanismo cujos critérios não são definidos pelo interesse popular, mas por corporações que nunca foram republicanas, o governo elogia aqueles mesmos que trabalham diuturnamente para lhe destruir.

Leiam o editorial abaixo, do presidente da Federação de Engenheiros, e depois leiam a matéria de capa da revista Em Movimento, a partir da página 18, sobre a perda de empregos no setor.

***

No site da Fisenge

Em defesa da engenharia nacional e do povo brasileiro

Por Clovis Francisco do Nascimento Filho, presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros | FISENGE

“Quando o terror invade um povo, transforma muitas vezes um pusilânime num herói”, disse o ex-presidente Getúlio Vargas. A história se repete e o que estamos assistindo nos meios de comunicação é a construção de vilões e heróis diante de uma farsa maniqueísta. A operação Lava-Jato – que denuncia escândalos na Petrobrás – está promovendo um movimento de ataque à nação brasileira. Isso porque em vez de apurar com rigor e responsabilizar as pessoas, a Operação está tomando pulso em torno da destruição das empresas brasileiras, das riquezas nacionais e da soberania do país. Obras paralisadas em todo o território nacional promovem demissões em massa, estagnação da economia e interrupção de projetos e serviços. Reivindicamos a apuração e a responsabilização dos casos de corrupção, mas não permitiremos que estes fatos abram uma avenida de oportunidades para uma política entreguista e de destruição da engenharia nacional.

Este cenário é fruto de atitudes, no mínimo, irresponsáveis e nada republicanas. Em nome de um discurso falseado, juízes e parlamentares, invocados pelos setores conservadores da sociedade, vêm destruindo o país. Na Câmara dos Deputados, seu presidente atual representa o retrocesso, a face mais perversa da direita brasileira. Este cidadão lidera o avanço da agenda conservadora de retirada de direitos e ataques às minorias. O Brasil, desde 2002, retomou um importante processo de desenvolvimento com inclusão social. Milhares de brasileiras e brasileiros puderam ter acesso às universidades e ao mercado de trabalho. Vivemos um período de crise da acumulação capitalista em nível mundial por uma disputa esquizofrênica por mercados. Por outro lado, a nova geopolítica quebrou a unilateralidade com a instituição dos BRICs, bloco formado por países emergentes como Brasil, Rússia, Índia e China.

O governo precisa tomar a dianteira deste processo e aprofundar as mudanças estruturais necessárias, como a reforma política e a democratização dos meios de comunicação. Para tanto, irá contar com a participação de sindicatos ao lado dos movimentos sociais na luta por mais direitos e mais democracia. Defendemos incondicionalmente o fortalecimento da engenharia nacional, o Estado Democrático de Direito e a soberania da nação. Mais direitos e mais democracia. Não permitiremos retrocesso!

*

Leiam a revista da Fisenge, em especial a matéria que fala do massacre de empregos e empresas promovido pela irresponsabilidade com que a Lava Jato está sendo conduzida.

 

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Dossiê Petrobras: Nacionalismo X Entreguismo

Dossiê Petrobras

One comment

  1. ACORDOS PREMATUROS DE LENIÊNCIA PODEM PREJUDICAR A RECUPERAÇÃO DOS VALORES REAIS QUE FORAM SUBTRAÍDOS DA PETROBRAS

    https://www.linkedin.com/pulse/novo-laudo-aponta-valora%C3%A7%C3%A3o-da-roubalheira-na-em-42-bilh%C3%B5es-pereira?trk=pulse_spock-articles

    Além dos acordos de Leniências que estão sendo firmados em valores baixos, está em andamento no Congresso um projeto de lei que vai acabar com qualquer possibilidade de cobrar os valores reais desviados pelas empresas que firmarem acordos com o governo ou o ministério público.
    Por esse projeto, será permitido que várias empresas façam acordos de leniência e não apenas a primeira, como manda a lei atual. Além disso, depois de firmado o acordo, os processos de cobrança dos superfaturamentos em andamento no TCU seriam extintos.
    “A lei esquece o TCU e esquecer o TCU é esquecer o complemento para atingir o valor final montado em até 42 bilhões”.
    Neste perverso ambiente, a tese contraditória assacada quanto à valoração da roubalheira alocada no Balaço da Petrobras em meros 6 bilhões de reais deixa claro o desconhecimento desses declarantes da álea de negócio no seguimento de petróleo, gás e energia em que a PETROBRAS atua, assim como as complexas informações contidas nos instrumentos contratuais resultantes dos processos de Contratação celebrados pela Estatal, derivados de procedimentos licitatórios ou negociação direta, quando dispensados pelo decreto 2745.
    Os poderes quase sobrenaturais conferidos a um Diretor por uma empresa Estatal do porte da PETROBRAS, que foi assaltada e emparelhada por grupos políticos ao longo de uma década, possibilitaram a subtração de valores bastante superior ao declarado que foi alocado no derradeiro balanço da PETROBRAS a titulo de perdas por corrupção incorrida nos contratos celebrados pela Petrobras em decorrência do processo de aparelhamento político montado na Petrobras a partir do ano de 2003 que vigora ate os dias atuais.
    Imaginar que o singelo valor de 6 bilhões de dólares decorreu tão somente da extrapolação direta dos 3% (taxa de corrupção do valor contratado) sobre o montante dos contratos no período de 2003 à 2014, remete ao desconhecimento do processo e dos fatos ocorridos na temerária Gestão da Estatal Petroleira no ultimo decênio, por ordenamento direto do Governo Federal e base aliada, em atitudes de interferência indevida na administração da Estatal.
    Se observarmos com a devida atenção, não fica difícil concluir que o valor reportado pela Graça Foster no seu derradeiro pronunciamento enquanto presidia a Estatal, dando conta que o valor do desvio na Petrobras extrapolaria a casa dos 88,6 bilhões de Reais é o que deveria ser atribuído como valor real que contemplaria o “Domínio do Fato” e que deveria constar do derradeiro balanço. Quando a Graça Foster resolveu falar a verdade sobre o montante do assalto cometido contra os cofres da Petrobras foi sumariamente demitida da Estatal por sua amiga Dilma Rousseff.
    O aparelhamento político na Petrobras passou a tomar um formato robusto por volta do ano de 2005, ocasião em que foi criado um seleto grupo de empresas reunidas em cartel, denominado de “Clube do Bilhão” comandado pelos Diretores Renato Duque, Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco, Gerente Executivo da Engenharia, pelo lado da Petrobras e Ricardo Pessoa, presidente da UTC, pelo lado das empreiteiras.

    A ABEMI (Associação Brasileira de Engenharia Industrial) presidida na época por Ricardo Pessoa que obteve plenos poderes conferidos por Diretores da Petrobras para atuação em áreas estratégicas da Companhia (Abastecimento, Internacional e Serviços), passando a partir de então a produzir e gerenciar os procedimentos contratuais e elaboração dos “Vendor List” voltados a dar suporte as contratações de bens e serviços para os mega empreendimentos da Estatal.
    Assim formaram-se as GRANDES CONTRATAÇÕES de obras faraônicas, criadas pelo ESQUEMA fraudulento: AFRETAMENTO DE EMBARCAÇÃO (SBM), PLATAFORMAS, FPSO, COMPERJ, RNEST, Refinarias PREMIO 1 e 2, Contratos de Propósitos Específicos – “SPE’s”, entre outros, resultando naquilo que passamos a conhecer na atualidade pelas delações premiadas da operação Lava Jato (PRC, BARUSCO, ALBERTO YOUSEF e EMPREITEIROS do nível de um GERSON ALMADA (ENGEVIX) e RICARDO PESSOA (UTC), que a PF esta desvendando.
    Ficou celebre e foi imperativa a atuação do PEDRO BARUSCO junto a ABEMI presidida por Ricardo Pessoa (Presidente do Grupo UTC). Naquela oportunidade o PEDRO BARUSCO, efetuou negociações” com ABEMI de Ricardo Pessoa por determinação do Diretor Duque, produzindo e celebrando 156 Comunicados, sendo 50 sobre Condições Contratuais e 106 com Procedimentos de Execução de Construção e Montagem.
    Todos os comunicados celebrados com o Ricardo Pessoa da ABEMI e do Grupo UTC, colocava a Petrobras EM EXTREMA DESVANTAGEM em relação as suas CONTRATADAS afiliadas daquela instituição.
    Podemos afirmar sem receio de errar que esses acordos, na forma de “comunicados” foram e são os grandes responsáveis pelos elevados custos dos megas empreendimentos da PETROBRAS, ai incluído o COMPERJ E RNEST em vigor ate o momento.
    Por simples artifício consubstanciado nesses acordos, os padrões de contratação da PETROBRAS que resultariam mais a frente nos Contratos licitados, foram formulados por esse receituário pouco ortodoxo que beneficia apenas a parte do empreiteiro (ABEMI/RICARDO PESSOA), onerando sobremaneira a PETROBRAS.
    Só para se ter uma ideia, os procedimentos acima descritos possibilitaram o Clube do Bilhão a superfaturar nos contratos celebrados com a PETROBRAS, através dos seguintes artifícios:
    ADIANTAMENTO DE PAGAMENTO DE BENS NÃO ENTREGUES, EM FABRICAÇÃO.

    Pelo critério da ABEMI consubstanciado no “Fluxo de Caixa Neutro” derivativos dos ACORDOS PB/ABEMI, decorrente do Grupo de Trabalho criado pelo Diretor Duque da Petrobras, executado pelo Barusco da Engenharia, cumprido a risco pelos Gerentes de Implementação de Empreendimentos, quarto escalão da Petrobras, formados por engenheiros responsáveis pela construção de Unidades de processamento, FPSO, Sondas, Redes dutoviárias, entre outros, com salários na época acima de 35 mil reais, fora os bônus pela obediência cega ao chefe BARUSCO no sentido de honrar o fiel cumprimento aos ACORDOS PB/ABEMI, estabelece, entre outros parâmetros, que a Petrobras tem a obrigação de antecipar os pagamentos de bens não entregues, em fabricação, representando até 75% do seu valor.
    Por esse nefasto procedimento, o firmamento seria o limite para quantificar e valorar o prejuízo decorrente do custo financeiro que na maioria das vezes incorria em incremento de custos para aquisição de “hedge cambial” para mitigar risco na transação. A PETROBRAS tinha que suportar no seu caixa a antecipação de pagamento de até 75% dos custos totais dos caríssimos equipamentos, grande parte importados em moeda estrangeira, arrastando consigo o pesado custo de “hedge cambial” utilizado na operação (a maioria na faixa dos milhões de dólares), ao longo da última década.
    Para exemplificação simulada, seria como imaginar um consumidor comum, entrar em uma Concessionária de Veículo, por exemplo, a Ford e encomendar um “Fusion” modelo Híbrido, adiantar no ato, 75% do valor desse veículo em moeda corrente para a Fabrica da Ford adquirir os insumos de fabricação: as chapas na siderúrgica do Atlântico – CSA – ThyssenKrupp, encomendar o motor e órgão anexos de seus subfornecedores, levar para a linha de montagem, montar, pintar, comissionar, contratar o frete a uma transportadora para disponibiliza-lo ao cliente, um ano depois e receber os 25% restantes contra a entrega do Ford “Fusion” Híbrido ao cliente, com todos os pagamentos reajustados segundo equação paramétrica contida em cláusula contratual.
    QUANTIDADE DETERMINADA (QD) – A adoção do complexo procedimento da sistemática de Quantidade Determinada traduz quase sempre em benefício para a CONTRATADA (retirada de incertezas de quantitativos do projeto), revertendo em prejuízo vultosos para a Petrobras, pelo receituário procedimental desconexo desse procedimento, onerando sobremaneira a Petrobras com favorecimento a CONTRATADA por conta da necessidade de manutenção de um complexo e rigoroso controle para a manutenção desta sistemática, que na maioria das vezes se tornavam impróprios aos recursos de mão de obra especializada disponíveis na ESTATAL para administração eficiente desse procedimento.
    PROCEDIMENTO DE PAGAMENTO POR VERBA ADICIONAL POR OCORRÊNCIAS DE CHUVAS, DESCARGAS ATMOSFÉRICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS – Na forma como acordado entre PB e ABEMI, onera sobremaneira a PETROBRAS beneficiando as CONTRATADAS, como já entendido e pacificado por inúmeras atuações da Corte de Contas nos contratos celebrados pela Petrobras que continham essa Condição.
    FLUXO DE CAIXA NEUTRO – Consiste na determinação da forma de pagamento, determinada por um critério de medição onde o pagamento da prestação de serviços e fornecimentos de bens haveriam de ser proporcional ao avanço físico da obra. Ocorre que os percentuais definidos para os pagamentos eram determinados em uma Estrutura Analítica do Projeto “EAP” que apontavam de forma irregular, valores bem superiores aos de avanço físico real, ocorrendo a antecipação de pagamento dos principais eventos sem a sua plena conclusão, incorrendo em “zerar” a verba contratual sem a conclusão final dos serviços e bens contratados.
    A consequência dessa nefasta sitemática implicava na celebração de inúmeros aditamentos contratuais de valores, sobre as mais diversas alegações de méritos, que, nos casos mais complexo, se negados pelo Gerente do Empreendimento eram sempre tratados e resolvidos em instância superior da Estatal por determinação do Diretor ou Diretoria, dependendo do valor do enquadramento.
    Esta sistemática foi introduzido pelo Cartel antes de 16/11/2006, (data do comunicado 16), através DO COMUNICADO ABEMI 6 emissão original, política que vigorou por mais de 6 anos na Estatal, impondo um estrondoso custo financeiro as obras contratadas as afiliadas da ABEMI (verdadeiro cartel comandado por DUQUE-BARUSCO E RICARDO PESSOA DA UTC).
    Desta forma, pelo que foi acima exposto, haveria de ser aceito como mais consistente a afirmação da Graça Foster, dando conta de ter valorado em 88,6 bilhões de reais, o montante do prejuízo ocasionado a Petrobras pelo aparelhamento político do PT e base aliada, contrapondo os 6 bilhões de dólares informado no derradeiro balanço certificado pela PWC, valor esse que o Partido do Governo entende de ser elevado e improvável conforme declarações recentes do PT efetuados na mídia e pronunciamentos controversos do ex Diretor Paulo Roberto Costa na CPI da Petrobras no Congresso Nacional.
    A nova versão assacada pelo Diretor Paulo Roberto Costa, contrapondo a primeira, dando conta que os empresários fornecedores de bens e serviços a Estatal Petroleira retiravam da parcela do seu lucro que compõe o BDI (Bonificação de Despesas Indiretas) os 3% da propina paga, não pode prosperar, considerando as condições intrínsecas relacionados a álea de riscos presente no negócio e as condições determinantes dos sobrepreços praticados pelas empresas do Cartel nos Megas Empreendimentos da Petrobras.
    Esses sobrepreços transformaram em superfaturamentos nas maiorias dos Contratos que a PETROBRAS celebrou para a construção dos megas empreendimentos: COMPERJ, RNEST, SONDAS, FPSO’s, DUTOS e aqueles classificados como SPE’s (Sociedade de Propósitos Específicos) que a Petrobras celebrou com terceiros no regime de Project Finance).
    Na formação de preços, as despesas Indiretas que compõe o BDI consistem em parcelas imutáveis determinadas por lei, são os ENCARGOS TRIBUTÁRIOS, nas três esferas do poder: ISS, ICMS, PIS, COFINS, etc e de outras parcelas que estão quase sempre presente a emptreitada: Riscos do Negócio, Contingências, custo de Administração Central/Local e Lucro.
    Nesta linha de raciocínio, considerando a condição degradante do ambiente político reinante naquela oportunidade, passando pelo mensalão ao aparelhamento das Estatais patrocinados pelo Governo LULA e Dilma, que a Policia Federal esta desvendando na atualidade através da Operação “Lava Jato”, há que se perguntar: qual a razão que levaria os ambiciosos donos das empresas componentes do Cartel a mexerem no seu lucro e retirar os 3%, se poderia praticar sobrepreços e jogo de planilhas e “superfaturar” na dosagem necessária, fosse através das demais varáveis das despesas indiretas do seu BDI, como por exemplo: Riscos do negócio, contingências, custo de administração central e local?

    E assim foi feito…….
    João Batista de Assis Pereira
    Engenheiro aposentado da Petrobras
    Especialista e Consultor em contratação de grande porte.

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